As famílias são
quase todas iguais e a nossa, também não iria ser diferente, só porque sim! “Ora
a Rita e o Vitor que já namoram há tantos anos e não há maneira de se casarem,
não pode ser, estão à espera de quê?!” A juntar a este tipo de comentários, as
sobrinhas do Vitor já me tratavam por tia, a minha suposta sogra já não sabia
como havia de me chamar que não fosse pelo meu nome (lol), até eu já achava que
o Vitor era mais que um “namorado” e como nunca gostei da palavra “companheiro”,
andava confusa! Ainda eu nem imaginava o que me esperava…!
Na altura andava aborrecida e
desanimada, porque o construtor nunca mais respondia à nossa proposta e porque o
banco pediu um spread altíssimo. Tínhamos marcado férias para Fevereiro
e o meu namorado, com uma aparente espontaneidade, marcou uma viagem a Paris.
Pessoalmente, nunca tinha ambicionado conhecer Paris, mas, apesar de pouco
empolgada, achei que a Torre Eiffel até podia ser um monumento digno de se ver
e, pensando melhor, talvez o Louvre não fosse um museu enfadonho! (J) Lá fomos
nós!

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