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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Capítulo II: The family guy

As famílias são quase todas iguais e a nossa, também não iria ser diferente, só porque sim! “Ora a Rita e o Vitor que já namoram há tantos anos e não há maneira de se casarem, não pode ser, estão à espera de quê?!” A juntar a este tipo de comentários, as sobrinhas do Vitor já me tratavam por tia, a minha suposta sogra já não sabia como havia de me chamar que não fosse pelo meu nome (lol), até eu já achava que o Vitor era mais que um “namorado” e como nunca gostei da palavra “companheiro”, andava confusa! Ainda eu nem imaginava o que me esperava…!

Na altura andava aborrecida e desanimada, porque o construtor nunca mais respondia à nossa proposta e porque o banco pediu um spread altíssimo. Tínhamos marcado férias para Fevereiro e o meu namorado, com uma aparente espontaneidade, marcou uma viagem a Paris. Pessoalmente, nunca tinha ambicionado conhecer Paris, mas, apesar de pouco empolgada, achei que a Torre Eiffel até podia ser um monumento digno de se ver e, pensando melhor, talvez o Louvre não fosse um museu enfadonho! (J) Lá fomos nós!



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