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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Capítulo VII: A escolha da Data

Já tínhamos decidido que 2013 iría se o ano, agora só faltava escolher o dia e o mês! Já nem me recordo de quantas vezes alterámos a data do "casório", mas foram algumas. Inicialmente o Vitor sugeriu que fosse no dia dos meus anos, ideia que particularmente não me agradou, uma vez que ou fazia anos, ou me casava! E em Março achámos que era capaz de estar fresquinho e tal...! Depois, voltando ao número 13, e por coincidência, lembrei-me do dia 13/07/13, o mesmo dia em que os meus pais se casaram! Adivinhava-se uma data especial!
 
Só cerca de um ano após termos ficado noivos é que resolvemos ter a tal conversa séria com os nossos pais: "Pai, mãe, já parece mal estarmos noivos, vamos lá então despachar isto! Como estão de finanças?". O que tínhamos inicialmente idealizado era casar numa quinta no Douro, numa cerimónia intimista, só com a família mais próxima. Ideia que não agradou a ambas as partes da família, por ser longe e por não ser a terra da noiva. No dia 11 de Fevereiro de 2011 vimos a nossa primeira quinta com os meus pais. A organização do nosso casamento tinha oficialmente começado.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Capítulo VI: Back to Reality

Nunca nada nem ninguém me tinha surpreendido tanto! Ao ir a Paris, não imaginava que ía amar a cidade, como amei, e jamais, que voltaria de lá noiva! A vida realmente não pára de nos surpreender! De volta a Portugal, sentia que tudo era possível e estava ao meu alcance. Tinha óptimas perspetivas, uma vez que o presente não podía estar a correr melhor, tirando o pormenor das negociações para a casa que pretendíamos, terem "ido por água abaixo"...
 
Reunimos com a nossa família e contámos que estávamos noivos. Não tínhamos pensado ainda numa data para o casamento, porque entretanto havia uma série de questões a nível profissional, que estavam a aguardar resolução e o importante era o fato de termos subido mais um patamar na nossa relação: o Vitor tinha passado de namorado/ companheiro a noivo. Ok, um papel muito mais provisório que o anterior, nós sabíamos. Acerca deste último, pode mesmo dizer-se que tem prazo de validade! Perante a pergunta óbvia que alguém coloca quando lhe dizemos que vamos casar, a nossa resposta, essa era tudo menos óbvia. Não, não era "o mais rápido possível" ou "talvez na próxima Primavera". Era mesmo: "talvez daqui a 2 anos, lá para 2013"! lol Perante a qual ouvíamos comentários do género: "txiii, ainda falta tanto!" ou "o meu namorado, no dia em que me pediu em casamento, exigi imediatamente que marcássemos uma data"! Mas nós não tínhamos pressa: já namorávamos há 8 anos e morávamos juntos há 5, não havia necessidade de precipitar as coisas. Afinal de contas, 2 anos iríam passar num abrir e fechar de olhos e, para nós, o número 13 sempre foi auspicioso, achávamos que iría trazer sorte ao nosso casamento.
 
Inexplicavelmente, passados 2 anos à procura de casa e de quase termos desistido, surgiu uma nova oportunidade. Uma das inúmeras imobiliárias que tinham ficado com o nosso contato ligou-nos a perguntar se gostaríamos de marcar uma visita a um apartamento que estava à venda por um óptimo preço. O valor era tão apelativo que decidimos marcar ainda para esse dia, uma vez que a agente imobiliária frisou que já tinha uma série de visitas programadas. Foi desta maneira repentina que decidimos comprar casa, em Maio de 2011 numa 6ª-feira 13 (ou foi sorte ou milagre)! Não era a casa dos nossos sonhos, mas foi a escolhida, por nós e pelo destino!
 
Ora, estávamos noivos, já tínhamos casa e alguma segurança a nível profissional, só faltava marcar a data do casamento. Entretanto, o destino resolveu pregar-nos uma partida e, em Agosto de 2011 mandou o meu querido noivo um mês para a China... Eu só sei que fiquei de "olhos em bico", porque já não estava habituada a estar sozinha. Custou-me imenso, no entanto acabou por fortalecer mais ainda a nossa relação!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Capítulo V: O Senhor dos Anéis

Não podia estar mais feliz! Assim que cheguei ao hotel quis logo dar a notícia aos meus pais. Não conseguia esperar para contar a novidade pessoalmente só quando chegássemos a Portugal! Liguei-lhes, e disse que o Vitor me tinha oferecido um anel com um diamante e... íamos casar! Os meus pais ficaram felicíssimos, é claro! Apetecia-me ligar a toda a família e contar, sentia-me cheia de felicidade e tinha que partilhar parte com alguém, senão explodia. Lá fiz um esforço para me conter!
 
O Vitor, entretanto confessou que tinha andado o dia inteiro com o anel na mochila, à espera do momento perfeito para fazer a proposta, tal Frodo, no filme "O Senhor dos Anéis"! lol Esteve quase para o fazer quando estávamos sentados na escadaria de Sacre Coeur, porém, sentiu que, de alguma forma, tinha deixado passar o momento. No entanto, a vida é feita de acasos e a maior parte das vezes, não adianta planear, mas improvisar e deixar que o destino faça o resto. Os momentos perfeitos nunca são encenados, são espontaneamente surpreendentes. Confessou também que tinha pesquisado em blogs sobre os sítios mais românticos para fazer o pedido em Paris. A Torre Eiffel estava no top, mas tencionava fazê-lo num local diferente. Apesar de toda a dedicação penso que qualquer lugar seria especial, nem que tivesse sido no cemitério Père Lachaise (que eu adorei), o importante é o simbolismo do pedido: passarmos o resto da vida juntos e fazer uma cerimónia especial para selar a nossa união.
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Capítilo IV: O pedido

Entretanto, lá passeávamos nós por Paris, felizes e apaixonados a viver "la vie en rose". Apesar de só estarmos umas milhas afastados do nosso país, parecíamos estar num universo paralelo, um mundo à parte, perfeito, onde os problemas não existem, ou pelo menos, conseguimos não pensar neles.
 
Foi no dia do nosso 7º aniversário de namoro. Já tínhamos ido a Montmartre, de manhã e almoçámos por lá, num bistrô, um restaurante típico francês. O Vitor parecia-me estranho, algo pensativo e até um pouco tenso (agora que me recordo). No entanto, não valorizei. Fomos depois até Champs de Mars. Tínhamos planeado passear pela zona da Torre Eiffel e talvez fazer um passeio de barco pelo Sena. O dia estava frio, mas havia no ar uma energia reconfortante, a acompanhar de um cheirinho a crepes, que por vezes se fazia sentir, vindo das crêperies ambulantes. Não quisemos ignorar os nossos sentidos e comemos um maravilhoso crepe com chocolate. A Torre Eiffel vista de perto parecia tirada de um filme fantástico, com os seus jardins envolventes vestidos de Inverno. Fomos até à beira-rio, tínhamos então decidido fazer o passeio de barco. Sondámos os preços junto de algumas das empresas, comprámos os bilhetes e estávamos a aguardar a hora de embarque. Tocou o telemóvel do Vitor. Era o construtor a dar a notícia que nós tanto receávamos: não tinha sido aceite a proposta para a compra da casa dos nossos sonhos... Foi nessa altura que caí na realidade, voltei a Portugal por uns breves instantes... Ficámos desolados, apesar de acharmos que queríamos muito a casa, não poderíamos pagar o valor que o construtor pretendia. O Vitor tentou reconfortar-me, dizendo que iríamos procurar melhor, que talvez o destino assim quisesse.
 
O passeio foi lindo: saímos da Torre Eiffel e fomos até à ponta da Ilê de la Citê e depois voltámos ao ponto de partida. Já tinha anoitecido. Vimos a cidade toda iluminada ao som de músicas francesas românticas. A cidade luz. A Torre Eiffel estava linda, assim como Notre Dame e tudo o que estava na orla do rio. Vimos também a Ponte Alexandre III e a Ponte Neuf. Apesar de tudo, não poderíamos ter recebido a notícia em pior altura... Continuava triste e desiludida e acabei por não tirar o máximo partido da experiência... Estávamos a chegar ao cais de desembarque, quando o Vitor sugeriu que fôssemos até ao convés, para podermos ter uma melhor vista da Torre Eiffel. Tinha começado a cair uma chuva miudinha e eu abri o guarda-chuva. Por momentos distraí-me a apreciar a Torre Eiffel toda iluminada e quando olhei para o Vitor, ele disse: "Deixa lá, podemos não ter casa mas têmo-nos um ao outro! Queres casar comigo?". Tinha-se ajoelhado e na mão tinha uma pequena caixa com o Anel! Update : estava em Paris, já tinha antes ido a Portugal, por uns breves segundos, mas naquele instante devo ter ido à Lua e voltado! Tinha sido completamente apanhada de surpresa (como somos todas)! Apesar da resposta ser óbvia, não sabia o que dizer. "Sim, é claro que aceito!" e desatei a chorar de tanta emoção e surpresa. Retirou o Anel da caixa e colocou-mo no dedo. Beijámo-nos e abraçámo-nos e ficámos assim... Aquele momento éramos nós, sem espaço, nem tempo. Só nós os dois abraçados a rir e a chorar, naquele dia, àquela hora, naquele instante, naquele barco no rio Sena em frente à Torre Eiffel... Já não estava ninguém no barco, tinha voltado à realidade, essa que desta vez era doce, eu estava noiva!
 
 
 
 

 

 
 
 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Projeto Convite de Casamento

Os convites são o primeiro acordar para uma realidade concreta, ainda mais especial que o sonho. São a primeira prova física de que o casamento está para acontecer. Um convite de casamento prevê uma bela história futura: quem são os protagonistas, onde vai acontecer, a que horas e que tipo de história vai ser contada.
 
Desde que comecei a planear o meu casamento que sabia que o convite que pretendia teria de ser personalizado e, de preferência, feito por nós. Ao invés daqueles convites de loja, já criados, sempre achei que o convite deve antes ser a "cara" do casal, assm como o espelho do estilo que se pretende incutir em toda a cerimónia do casamento.
 
Inicialmente definimos o estilo do nosso casamento como informal, divertido e laid back. Fizémos por imprimir este estilo em tudo, desde à escolha do tema, assim como da animação e decoração. Chegada a altura de escolher os convites, pusémos "mãos-à-obra e... fizémo-los! Eis o resultado:
 

O postal é da Rifle Paper Co., uma papelaria americana. Foi amor à primeira vista e serviu-me de inspiração no planeamento do casamento. O nosso logotipo foi também criado por nós: inspirados pelo tema "música no coração" e pelo nosso gosto pelo vinil.
 
Saqueta personalizada com o nosso logotipo, para os mapas

Material utilizado:


- Papel A4 pérola com brilho;
- Lápis, régua, tesoura e cola;
- Papel fotográfico para impressão;
- Paper punch circular.



 
Envelope
 
O envelope é também da Rifle Paper Co. e vinha a acompanhar o postal. Simulámos selos com a imagem do postal, uma foto de ambos e o nosso logotipo, "carimbámos" com a Torre Eiffel, uma vez que foi perto dela que foi feito o pedido de casamento.
 


Por fim, envolvemos o envelope com fio vintage vermelho e branco (do site etsy) e voilá:
 
 
 

Adorámos o resultado e achámos que valeu bem o esforço e dedicação, uma vez que, no convite, para além dos dados importantes relativos ao casamento, conseguimos imprimir também a nossa personalidade!
 
Convite de casamento þ

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Projeto Wedding Rings

Depois da aliança de noivado, as alianças de casamento assumem igual importância. Elas são um símbolo que representa exatamente o que a palavra sugere: a "aliança" entre ambos. Devem também estar de acordo com o estilo de vida do casal.
 
Ora, julgo que, para poder aceitar e seguir a tradição, antes de mais é importante compreender as suas origens. Sendo assim, após uma rápida pesquisa na web, descobri a história da aliança de casamento na Wikipédia, a qual, quase instintivamente subdividi em 4 versões distintas:
 
- Versão romântica: "a aliança surgiu entre os gregos e os romanos, tendo provavelmente origem num costume hindu de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (vena amoris) que estava diretamente ligada ao coração, costume culturalmente seguido até aos dias de hoje."
 
- Versão machista: "no início, a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava disponível para outros pretendentes."
 
- Versão fatalista a roçar o machista (lol): "muitas crenças nasceram então, como, por exemplo, o fato de os escoceses dizerem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido." (o mesmo devia ser válido para o marido, certo?!)
 
- Versão cristã: "A partir do século IX, a Igreja cristã adotou a aliança como símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos."
 
Claro que também nesta fase consultei a "Bíblia", que acaba por dar umas dicas úteis, nomeadamente, em relação à escolha da aliança, de acordo com a forma das nossas mãos. Passo a enumerar:
 
- A aliança mais espalmada fica melhor num dedo mais fino;
 
- Uma aliança muito fina pode parecer algo perdida numa mão grande. Neste caso, devem optar por alianças de largura média com um design mais apelativo;
 
- Para dedos mais compridos, uma aliança com um design diagonal dá a ilusão de uma largura um pouco maior;
 
- Numa mão com dedos mais grossos, pode usar-se uma aliança mais larga, desde que esta tenha os cantos arredondados, pois exercem menos pressão sobre os dedos;
 
- Uma mão pequena, fica melhor com uma aliança com diversas pedras, ou seja, com uma série de pequenas pedras alinhadas;
 
- Uma aliança adornada com diamantes implica um visual com mais impato, por isso, esta deve ser sempre escolhida tendo em mente a forma da mão e dos dedos. Pedras maiores combinam com mãos maiores.
 
Pesquisas à parte, obviamente que as alianças de casamento devem ser escolhidas pelo casal, pois, caso contrário, será quase como fazer um casamento sem um dos noivos! Eu e o meu noivo começámos a ver alianças 9 meses antes do casamento. Mas não se assustem os mais impulsivos, uma vez que os entendidos nestes assuntos do casamento referem que basta 3 meses de antecedência, dependendo de, se se pretende uma aliança mais personalizada, ou não. Simplesmente, como já tínhamos data escolhida, quinta, padre e vestido de noiva, faltavam as alianças. Começámos a visitar ourivesarias e apercebemo-nos (especulações à parte), da ameaça iminente da subida do ouro, e do peso que a diferença de um mês pode ter no orçamento final. Vimos algumas marcas portuguesas e alemãs, porém decidimos que a nossa aliança irá ter cunho suiço! Esforçámo-nos por comprar produto nacional, mas o conforto e a qualidade da Meisters foi mais forte. Uma vez que o meu trabalho exige que eu use muito as mãos, sabia que teria que optar por uma aliança lisa e confortável. Assim como, qualquer tipo de tratamento que a aliança tenha, quer seja acetinado liso ou circular, ou grafitado, desgasta-se mais rapidamente do que uma aliança simples. Optámos então pelo tradicional- ouro amarelo, 18 kts, 3,5 mm de largura, forma ligeiramente amendoada. Simple and Clean! My preciousss!!!
 
Alianças de casamento þ



domingo, 16 de setembro de 2012

Projeto "Tema de Casamento"

Nunca eu imaginei que um casamento fosse tão complexo de planear. Só me consciencializei do trabalho duro que iria ter pela frente, quando comecei a pesquisar e dei conta de todas as formalidades que são necessárias… Como por exemplo, o tema do casamento. Já não basta o simbolismo da cerimónia em si, será mesmo necessário encontrarmos uma manobra de distração?! Porque era isso que eu considerava inicialmente o tema- uma perfeita manobra de distração, para aquilo que é verdadeiramente importante! Era essa ideia que eu tinha acerca do assunto, julgava que o tema do casamento banalizava um pouco a cerimónia em si.
Apesar de tudo, apelei à minha imaginação, pesquisei websites nacionais e estrangeiros (os mesmos que recomendo neste blog) e o primeiro tema que me ocorreu foi “O Casório”, que foi a expressão que a minha irmã utilizou para se referir à cerimónia, e eu achei piada. Para além disso, tinha o seu quê de popular o que ía acabar por dar um estilo descontraído ao casamento.
Ora, sendo o matrimónio um sacramento, o livro “O Nosso Casamento” é a Bíblia e eu como católica que sou, senti necessidade de a consultar. E a Bíblia, sobre o assunto diz:

Como encontrar o tema perfeito?
Idealizar o tema do casamento é como escrever um guião para um filme: definam a época e o local em que vai decorrer, quais os trajes que vão ser usados, qual a palete de cores, qual o tipo de papel, que tons usar, tudo de acordo com uma linha condutora.
Por vezes nem sempre é fácil chegar ao tema, mas saibam que ele já está nas vossas cabeças, é só uma questão de o conseguirem encontrar. Questionem-se sobre as mais variadas coisas relacionadas com o vosso quotidiano e (…) com base nas respostas a estas questões, poderá surgir um tema que irá servir de inspiração ao casamento. (…) O tema do casamento deverá ser algo de que ambos gostem e que sintam que é realmente “a vossa cara”.
As questões que o livro coloca e que até foi giro responder a dois são:
§  Quais os vossos restaurantes favoritos? Descrevam porque gostam deles: a atmosfera, o tipo de cozinha, a qualidade da comida, a maneira como é servida, a forma como o restaurante é decorado.
§  Quais as vossas comidas preferidas? Francesa, típica, portuguesa, portuguesa inovadora, japonesa, chinesa, grelhados, indiana? Existe algum prato favorito nos restaurantes onde costumam ir?
§  Qual a vossa sobremesa favorita?
§  Se vos derem a escolher, qual o tipo de chocolate que preferem? Branco, leite, preto, os três ou nenhum?
§  Quais são as vossas bebidas preferidas? Cocktails de fruta, chá gelado, cerveja, bebidas espirituosas, licores, vinhos?
§  Onde gostariam de passar férias? O que é apelativo para vocês nesse local, e porquê? É um destino formal, cosmopolita, rústico ou mais descontraído?
§  Preferem a cidade ou o campo?
§  Quais são os vossos livros, espetáculos, filmes, histórias ou autores favoritos? E porque é que são favoritos, a que sentimentos apelam esses filmes, livros ou histórias?
 
§  Qual a vossa flor favorita? Existe alguma flor de que não gostem?
§  Quais as vossas cores favoritas? E quais as de que não gostam?
§  Têm algum passatempo ou interesse que gostariam de incorporar no vosso casamento?
§  Que designer ou marcas de roupa prefere? Preferem-nos pelo corte, pelas cores ou pelos tecidos?
§  Têm preferência por algum tipo de tecido ou padrão?
§  Existe alguma parte do dia ou do ano que vos inspire? Preferem o pôr-do-sol ou o amanhecer? Preferem o sentimento de aconchego de uma lareira? Será que podem transpor isso para o vosso casamento?
§  Têm algum tipo de coleção que possa servir de tema do casamento? Talvez linhos da avó, loiças antigas, caixinhas de jóias, pendentes de cristal, miniaturas de carros ou de barcos…
§  Imaginam o vosso casamento como um conto de fadas, sonhado desde a vossa infância, ou algo de caráter mais contemporâneo?
§  Vêem o vosso casamento como um único evento, ou uma série de eles a decorrer durante um fim-de-semana inteiro?
§  Qual o vosso tipo de música preferida? Façam uma lista dos vossos artistas favoritos e das suas músicas. E, obviamente, das músicas que não desejam ouvir no casamento.
§  Se tiverem um dia sem nada para fazer, o que gostam de fazer? Adoravam passar o dia num SPA a mimarem-se, ou a fazer um passeio na montanha? Pensem como pode transportar isso para o vosso casamento. Que magia especial se reflete na vossa escolha?
§  Qual o vosso estilo de fotografia favorito? Fotojornalismo, documentário ou retrato tradicional?
§  Que tipo de fotografias preferem? Preto e branco? Cor? Sépia?

Respondido o questionário, continuámos sem saber que tema escolher. No entanto, e analisando os gostos que temos em comum, e com potencial para dar origem a um tema engraçado, os finalistas foram: música e cinema. Uma vez que, nas minhas pesquisas na web, vi muitos temas relacionados com cinema, optámos pela música!
Como já tínhamos comprado uns postais com um coração e umas flores para fazer os convites, na Rifle Paper Co., mais tarde, numa noite de insónias, surgiu a ideia do tema “Música no Coração”. Perfeito! Assentou que nem uma luva: é a fusão ideal entre a música, que nós adoramos, e o coração, que simboliza a parte emocional e afetiva da nossa relação e do casamento. A banda sonora da nossa relação, as músicas favoritas que têm um lugar especial no nosso coração, enfim… é um tema que tem um enorme potencial, basta alguma imaginação e mais noites de insónias! Lol
Tema de Casamento þ

sábado, 15 de setembro de 2012

Projeto "Vestido de Noiva"


A MINHA BÍBLIA!
 


Segundo o livro "O Nosso Casamento", “não existe mulher nenhuma que, ao usar o vestido de noiva dos seus sonhos, não se sinta esplendorosa, pois a sua beleza simplesmente irradia. Todas as mulheres que sonham casar, sonham fazê-lo num vestido de noiva”. Ora, eu até concordo com tudo isso agora que já escolhi o meu vestido, no entanto, para quem nunca se imaginou a casar, muito menos vestida de noiva, a escolha do vestido pode ser uma tarefa árdua. Comecei então a minha pesquisa através da web. Como todas as mulheres, já tinha uma ideia do que me fica bem, sendo assim, imaginei desde logo as linhas do vestido que me favoreceriam. Tinha que ter decote em V, ser fluido, leve, confortável, não ter uma grande cauda, para não atrapalhar na altura do baile e o tecido seria em renda e/ ou organza.
Quando estiver preparada para finalmente ir às compras, deve ter em consideração alguns pensamentos prévios que a ajudarão a obter um melhor resultado:
§      TENHA A MENTE ABERTA – embora já possa ir com uma ideia daquilo que pretende, é importante que vá em busca do seu vestido de noiva com uma mente aberta e disposta a olhar para possibilidades que não estava à espera de encontrar. Nem sempre a silhueta na qual se imagina será realmente a que lhe assenta melhor.  
ý (Discordo) os modelos cai-cai, que sempre evitei porque me assentam mal, realmente não me favoreciam. Penso que devemos seguir o nosso instinto e excluir logo, à partida, os tais pormenores que sabemos não nos favorecerem, para depois não ficarmos desiludidas…
§ VISITE VÁRIAS LOJAS – não fique só por uma loja ou por uma marca. Visite pelo menos três lojas distintas. Embora possa parecer que o vestido que viu na primeira loja é o tal, a verdade é que na segunda poderá encontrar um que seja ainda mais especial que o anterior. Também não deve exagerar e tentar ir a todas as lojas possíveis de vestidos de noiva. Faça compras de montra, olhe, observe se o estilo da loja está de acordo com o seu estilo e, se sim, entre, mas não se comprometa. Se for pressionada pela vendedora da loja e ela lhe disser que outra pessoa, entretanto poderá comprar o vestido, não preste atenção, os vestidos poderão ser mandados fazer com um mínimo de dois meses de antecedência. Por isso, se ainda tiver tempo, não ceda a pressões.
þ (Concordo) também eu visitei várias lojas (duas, no total!), porém, estava disposta a visitar todas as lojas que achasse conveniente. Eu sou do género: primeiro gosto de ver e sondar todas as opções e só depois é que decido. A primeira loja que visitei foi a Maria Karin, situada na Rua da Prata, em Lisboa. Encontrei-a através de uma pesquisa na web e na qual vi um vestido com as características que pretendia. Fui acompanhada pela minha mãe e pelo meu noivo, que ficou cá fora, claro! O atendimento deixou muito a desejar, parecia que a vendedora estava desesperada por vender um vestido… Nem sequer tinham para prova o vestido que eu pretendia, no entanto, como era a minha primeira experiência, deixei-me levar. Quando dei por mim estava a experimentar vestidos do género dos quais já tinha excluído à partida- modelo cai-cai e em cetim… A minha mãe ficou maravilhada quando me viu, é claro! Finalmente, quando despi o vestido, só passados 2 minutos, parecia me tinham tirado um peso de cima… e só me lembro de pensar: “será que são todos assim todos tão pesados?! Não vou aguentar um dia inteiro com isto vestido… Fiquei um pouco desanimada, confesso, julguei que talvez nunca conseguisse encontrar o “Vestido”. A juntar a tudo isto ainda levei com a típica conversa de vendedora no final: “se gosta dele é melhor levar já porque de hoje para amanhã pode já não estar disponível…” urrr
 
§ NÃO SEJA IMPULSIVA – Não compre na hora. Vá para casa e durma sobre o assunto. Se já visitou outras lojas e aquele foi o que lhe disse: “leva-me contigo”, então leve a madrinha ou uma amiga (que saiba que é sincera consigo), e talvez a sua mãe (se confiar nas opiniões dela), e vá de novo experimentar. Se as opiniões não forem uniformes, vá para casa e pense de novo. Se ele ainda estiver na sua cabeça, isto é como o amor: vá à loja e dê o sinal.
þý (Concordo em parte) uma característica que eu nunca tive é impulsividade, no entanto fiquei tão maravilhada com o atendimento personalizado da Pronovias de Viseu… até parecia estar na série "Say yes to the dress". Sim, confesso foi aqui que comprei o vestido, na segunda loja que visitei, passados 6 vestidos experimentados, alguma ansiedade e entusiasmo à mistura, que disfarçava com um sorriso de orelha a orelha e algumas risadas! Quando decidi que era aquele, parece que nem estava em mim (até me esqueci do código do cartão VISA J), contava ir a mais uma série de lojas e experimentar mais alguns modelos, dormir sobre o assunto e um belo dia, ter uma revelação na qual imaginaria o vestido e pensaria: é mesmo aquele que vi na loja x/y/z…Mas para quê complicar, a vida é tão simples apesar de nos casarmos só uma vez (supostamente!), investirmos alguns milhares de euros e aquele dia ser um dos dias mais importantes das nossas vidas… Nã, é uma grande pressão que sentimos, inevitavelmente…!

     Continuando, tive que marcar previamente a visita à loja (lembro-me de ter pensado: fogo, é preciso marcar para ir ver uns vestiditos?!) Lá fui eu, desta vez, e seguindo o conselho da minha bíblia, fui acompanhada pela minha mãe e pela minha recém Madrinha de Casamento (tinha-a convidado há 2 dias)! Gostei desde logo do atendimento da assistente, que me pediu para selecionar no website os modelos que queria experimentar. Entrei no provador que era quase do tamanho do meu quarto, a minha mãe e a minha madrinha sentaram-se confortavelmente no sofá e eu senti-me uma princesa, a ser vestida por uma assistente com vestidos que nunca imaginara vestir! Foi um momento muito especial e emocionante! Gostei desde logo de me ver com o Tal, por incrível que pareça, ele tinha todas as características que eu procurava e achava que me favoreceriam! A minha mãe, madrinha, assistente e uma outra assistente que apareceu não sei de onde olharam-me encantadas e surpreendidas e só diziam: “parece que foi feito para ti!” Como poderia eu não o reservar, depois de ouvir comentários daqueles…?! Ao balcão, ainda tive um momento de hesitação, especialmente quando me apercebi que não me lembrava do código do cartão, aí pensei: “será que isto é um sinal e eu não devo comprar o vestido, pelo menos para já?!”. Mas lá liguei ao meu noivo e ele veio em minha salvação e acabou por pagar, todo sorridente, a reserva do vestido- 690€. É claro que até suou, quando descobriu que aquilo era só uma 1/3 parte do valor total do vestido… Coitadinho! Lol
       Vestido de Noiva  þ


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Projeto "Madrinha de Casamento"

Quanto à escolha da Madrinha de Casamento, a minha decisão foi um pouco difícil de tomar… Por um lado, e como na minha terrinha a tradição é que a Madrinha de Batismo seja também escolhida para o matrimónio, por outro lado, tinha outras pessoas em mente para o importante papel. No entanto, venceu a tradição!

E agora, como faço o pedido?
 
Ora, como a minha Madrinha, para além de me ter batizado, também foi minha Madrinha do Crisma, um novo pedido teria que ser especial. Para formalizar o pedido e marcar o momento, dei início ao projeto “Madrinha de Casamento”.
Como nos últimos tempos havia adquiri diverso material para scrapbooking, inspirada pela onda DIY Wedding, matéria-prima não me faltava! O resultado foi este:
 
O postal "Will you be my Bridesmaid"  é da Rifle Paper Co., uma papelaria americana. Apesar de não ser o mais adequado para o projeto em questão, tinha postais destes de sobra, uma vez que encomendei para formalizar o convite às minhas 4 damas de honor e só vendiam sets de 8 postais. Apesar deste pequeno pormenor, julgo que o que conta é a intenção! Sendo assim o material que utilizei foi:
- Iniciais dos nossos nomes em carimbos e almofada de tinta (adquiri no ebay);
- Fita auto-adesiva;
- Fita em organza em tons de pêssego e dourado;
- Caixa em cartão com tampa em plástico transparente  e aplique em cartão (vinha com o set dos 8 postais);
- Papel A4 salmão;
- Papel A4 dourado;
- Fio vintage vermelho e branco (não existe em Portugal, encomendei no site etsy).
No postal formalizei o convite e juntei uma pequena descrição de como pretendo que seja o dia do meu casamento assim como o papel da madrinha de casamento. Preparei também um miminho para ela- juntei algumas fotos nossas, do meu batizado e do crisma e envolvi-as com o tal fio vintage e voilá:

 

 
Juntei ainda uma imagem de inspiração para o meu casamento, coloquei tudo na caixinha e embrulhei com a fita em organza:
 

 
Adorei o resultado e no final, o meu objetivo foi concretizado, foi um momento emocionante, marcado por um pedido especial, daqueles que só acontecem uma vez na nossa vida!
E no final a resposta foi SIM :)! 

Madrinha de Casamento  þ

 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Capítulo III: Paris je t’aime!

Adoreiii Paris! Eu que julgava tratar-se dum cliché quando se referiam a Paris como “a cidade da luz e do amor”, esta cidade é tudo isso e muito mais!
Há literalmente amor e magia no ar, respira-se felicidade em Paris!



Ficámos no quarto nº 508 do Hotel Printania, situado perto da Place de la Nation, que no século XVII se chamava Place du Trône. Louis XIV fez ali a sua entrada triunfal após o seu casamento com a esposa Marie Thérèse d’Áustriche, no dia 26 de Julho de 1660. O nome da praça advém do fato de que para este dia construíram ali um trono, que foi, mais tarde, durante a Revolução Francesa, deitado a baixo e em seu lugar foi colocada a guilhotina. Foi rebatizada de Place du Trône-Renversé (ou “praça do trono caído”) após 10 de agosto de 1792.O nome actual foi-lhe atribuído em 1880, altura em que se celebrou pela primeira vez o dia 14 de Julho, festa nacional. Tem como monumento central o «Le Triomphe de la République», encomendado em 1879 pela cidade de Paris ao escultor Jules Dalou, para o aniversário de 100 anos da Revolução Francesa e inaugurada em 1899 e que representa a República rodeada pela Justiça, Liberdade e Abundância. A estátua volta seu olhar para a Place de la Bastille.

 
Cemitério Père Lachaise 
 
Nas imediações situa-se o Cemitiére du Père Lachaise. A primeira vez que ouvi falar neste cemitério foi através do apresentador José Carlos Malato, num dos seus programas da RTP1, tendo-o ele descrito como um dos sítios obrigatórios de ver em Paris. Na altura pensei que seria um pouco mórbido incluir a visita a um cemitério num roteiro turístico. No entanto, como fãs de Jim Morrison que somos, decidimos prestar esta homenagem ao grande cantor e poeta. E de facto, o túmulo de Jim Morrison (1943-1971) é o mais visitado.
Foi uma experiência do outro mundo! O Cemitério de Père Lachaise é o maior e mais importante cemitério de Paris, pelos inúmeros túmulos de personagens ilustres que guarda no seu tranquilo espaço verde- Molière (1622-1673), Honoré de Balzac (1799-1850), Oscar Wilde (1854-1900), Frédéric Chopin (1810-1849), Edith Piaf (1915-1963), Allan Kardec (1804-1869), Sarah Bernhart, Gay-Lussac, Abelardo e Eloísa, Yves Montand, Marcel Proust, Simone Signoret. Visitá-lo constitui quase uma peregrinação histórica, através da pintura, poesia e da filosofia. Os seus jardins e túmulos parecem ter sido retirados de um filme de Tim Burton (e quem sabe se não lhe serviu de inspiração!).
 

 Quase não foi necessário confirmar no mapa a localização do túmulo de Jim Morrison. Ainda estávamos nas imediações, quando começámos a ouvir The Doors- L.A. Woman e vemos, ao fundo da rua, um amontoado de fãs. Quando nos aproximámos do túmulo, reparámos que apesar de ser o túmulo mais visitado, é um dos mais simples e encontra-se protegido por grades de metal, uma vez que tem sido alvo de atos de vandalismo.
 
 Mais tarde viemos a saber que administração do cemitério já tentou transferir de lá o túmulo de Jim Morrison – local de concentração de fãs, no mínimo, barulhentos! Mas, como esse túmulo foi arrendado para sempre, enquanto existir o Père Lachaise, Jim Morrison descansará por lá.
 
 
Metro de Paris
 
O metro de Paris é algo de fabuloso. A sua linha 1 foi a primeira linha metroviária a operar na França. Inaugurada em 1900 para a Exposição Universal, a obra foi concluída sob o comando do engenheiro Fulgence Bienvenue - conhecido na França como o pai do metro . Foi ele quem, em 1985 desenvolveu o ante-projeto do que viria a ser, de fato, o metro parisiense. É também mais uma das figuras ilustres que repousa no Cemitério Père-Lachaise.
O que mais me fascinou nas inúmeras viagens de metro que fizémos, foram as elegantes edículas em estilo art nouveau que ornamentam as entradas de algumas das estações. Foram projetadas pelo arquiteto Hector Guimard (e de certo que também já serviram de inspiração a Tim Burton!)
 
 


 Museu do Louvre
 

Ir a Paris e não visitar o Louvre é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa.
O Louvre é considerado o maior Museu do mundo. Também, pudera, seus números são de assombrar qualquer ser humano. Este apresenta cerca de 8.000 anos de cultura oriental e ocidental e tem um acervo de 380 mil itens, dos quais 35 mil mantém em exibição permanente.
Situado no centro da cidade-luz, entre o Rio Sena e a Rue de Rivoli, esta estrutura é constituída por uma pirâmide de vidro no seu pátio central, que se justapõe à dos Champs-Élysées. É impossível entrar neste Museu sem passar pela Pirâmide, a qual tem 21 metros de altura e duzentas toneladas de vidro e de traves. Este fenómeno de arquitetura é submetido a uma limpeza semanal por um robô, criado justamente para desempenhar esta tarefa!
Já no seu interior, vimos obras ancestrais e criações contemporâneas, caminhámos entre a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vénus de Milo, bem como tivémos contato com objetos antigos do Egipto e da civilização greco-romana.
Mas o momento que, de tão emocionante, me provocou um arrepio, foi ao ver a escultura Vitória de Samotrácia, no alto da escadaria Darú... A sua localização estratégica dá-nos a sensação de que a estátua vai levantar voo ou de que o vento sopra e toca as suas vestes molhadas. É linda, grandiosa e é, de longe, a minha obra favorita do Museu do Louvre. A escultura representada sob a forma de mulher alada, para mim, ela simboliza a liberdade, o mar, o vento... Conta a história que um, ainda novato escultor grego, sem muita fama, foi o seu criador na época helenística, entre 220 e 190 a.C.. Foi descoberta pelo cônsul e arqueologista amador francês Charles Champoiseau em Abril de 1863 na Ilha de Samotrácia, no Mar Egeu.

Outra obra de destaque do Museu é a pintura A Liberdade Guiando o Povo (La Liberté guidant le peuple) de Eugène Delacroix, em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X. Uma mulher representando a Liberdade, guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira tricolor da Revolução francesa numa mão e um mosquete com baioneta na outra.
A pintura inspirou a Estátua da Liberdade, em Nova York, que foi dada pera os Estados Unidos como presente dos franceses, 50 anos depois do quadro ter sido pintado. Inspirou também a capa do álbum Viva la Vida ou Death and All His Friends dos Coldplay!

Por baixo daquela famosa pirâmide de vidro, fica o centro de atendimento aos visitantes, a Pirâmide Invertida e o Centro Comercial Le Carrousel du Louvre onde, além de comprar os bilhetes para o Museu, se podem visitar algumas lojas e até mesmo fazer uma refeição completa.
Outro detalhe muito bom do Museu é que podemos tirar fotos e filmar à vontade.






 
Ainda houve tempo (muito dificilmente...) para visitar os aposentos do Imperador de França Napoleão III (sobrinho de Napoleão Bonaparte) no primeiro andar da ala Richelieu. São verdadeiramente luxuosos, e embora tenha sido uma das últimas partes do museu a ser visitada por nós, foi também uma das mais apreciadas. Detalhes das pinturas no teto, lustres de cristais, decoração, tudo aqui reflete o luxo e o poder do Imperador.





E assim, 6 horas passadas e inúmeras obras-de-arte apreciadas, deixámos o Museu com a sensação de que muito havia ficado por ver... Quem sabe, voltaremos um dia...!
 

Arco de Triunfo do Carrousel

Continuando a peregrinação, andámos em direção à Place du Carrousel, um amplo espaço que ocupa a área onde antes surgia o Palácio das Tulherias, destruido num incêndio em 1871. Deparámo-nos com o Arco do Carrousel, e aí tive um déja vu! Este belo monumento é muito semelhante às Portas de Brandenburgo, de Berlim. Foi erguido entre 1806 e 1808, para celebrar as vitórias de Napoleão Bonaparte, de 1805. No topo tinham sido colocados os quatro cavalos dourados que Napoleão mandara vir da Basílica de S. Marcos em Veneza (para onde voltaram em 1815). Os originais foram substituídos por cópias às quais foi acrescentada uma quadriga (carroça) com a estátua da Paz.